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Biofeedback é uma palavra que deriva da união de outras três: bios (do grego "vida"), feed (do inglês "alimentar") e back (também do inglês "retorno ou volta").

De uma forma simplificada, o biofeedback é um instrumento que usa eletrodos de superfície com o intuito de conceder à pessoa uma visualização de suas próprias alterações orgânicas (frequência cardíaca, taxa de sudorese, atividade elétrica cerebral). Paralelamente, técnicas de relaxamento e concentração são ensinadas para que a pessoa, ao realizá-las, perceba que as mesmas influenciam as variáveis fisiológicas monitoradas pelo equipamento. Esta percepção serve como um reforço positivo que facilita o aprendizado do controle das manifestações orgânicas associadas ao estresse e ansiedade.
Algumas modalidades de biofeedback fazem uso de medidas da corrente elétrica muscular (eletromiografia), da temperatura, da resistência à passagem da corrente elétrica cutânea (reação eletrodérmica), da respiração, da freqüência cardíaca e da atividade elétrica cerebral (neurofeedback).
Benefícios: o biofeedback tem sido aplicado com sucesso no controle das manifestações de estresse, nos quadros ansiosos, distúrbios de aprendizagem, em especial os devidos a déficit de atenção com ou sem hiperatividade, enxaqueca e dores de cabeça tensionais, dores crônicas lombares, na nuca e ombros, hipertensão arterial essencial e problemas musculares, como torcicolo e bruxismo.
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